LED


Olá meninas!
Vamos falar hoje em tecnologia nos tratamentos estéticos, mais especificamente sobre LED,
Bora lá!

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O que é? 

Os LEDs (Light Emitting Diodes) são diodos de semi-condutores que, ao serem submetidos a uma corrente elétrica, emitem uma luz que promove estimulação intracelular. Tem o poder de tanto estimular como de inibir determinadas atividades celulares (processo conhecido como modulação), abrangendo assim várias indicações diferentes.
As fontes de LASER (Amplificação da Luz por Emissão
Estimulada de Radiação) e de LED são semelhantes do ponto de vista da luz emitida, isto é, ambos produzem uma banda espectral relativamente estreita, tendo o LED um espectro um pouco mais largo, oferecendo assim uma gama de cores que podem ser utilizadas em vários tratamentos.
A diferença importante dessas fontes está no fato de que a luz emergente do LED não é colimada nem coerente. Seu ângulo de emissão é maior. Ela possui uma divergência medida em graus, já que os fótons se repartem em uma superfície maior, constituindo uma vantagem, pois o terapeuta pode cobrir uma área maior, deixando fixo o aplicador, sem ter que fazer movimentos. O baixo custo e o fácil manuseio do LED aumentaram a procura e o uso dessa terapia.
A Fototerapia por LEDs transporta energia para as células através de irradiação eletromagnética de baixa freqüência. A Fototerapia não é invasiva nem ionizável, não emite raios UV, não causa aumento da temperatura da superfície da pele, permitindo assim um resultado gradativo, seguro e indolor.
Fotobiomodulação com LED é uma tecnologia não invasiva que atua na modulação das funções metabólicas. A aplicação do LED como recurso terapêutico vem se ampliando na última década. Estudos desenvolvidos pela NASA (National Aero Space Agency) nos Estados Unidos demonstraram fortes evidências da eficiência dos LED’s em processos de foto estimulação celular.

Enquanto os LASERs provocam um aquecimento intenso da pele e esse calor gera a produção do colágeno, os LEDs atuam diretamente ao nível celular, ativando as mitocôndrias e favorecendo a formação de colágeno pelos fibroblastos e a redução da produção de colagenase, enzima que destrói o colágeno bom. Portanto, não há nenhuma agressão, nem dor ou risco de marcas e cicatrizes.


Tipos de LED

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LED Vermelho (660 nm)
-Absorvido por substâncias presentes na mitocôndria de células superficiais (tecido epitelial e tecido conjuntivo subjacente);
-Aumento na síntese de ATP;
-Maior quantidade de energia, maior produção colágeno, elastina, etc;
-Aumento da microcirculação periférica superficial;
-Liberação de endorfinas, encefalinas e inibição da cicloxigenase (analgesia);

LED Infravermelho (808 nm)
-Absorvido por substâncias presentes na membrana plasmática de células mais profundas (tecido conjuntivo, tecido muscular, ósseo, cartilaginoso, etc);
-Alteração na permeabilidade da membrana com aumento na absorção de nutrientes, água e dermocosméticos;
-Ativação do metabolismo celular;
-Aumento na microcirculação periférica profunda (excelente indicação para ativação de linfonodos em pré e pós drenagem linfática);

LED Azul (+/- 470 nm)
-Absorvido por Porfirinas;
-Hidratação imediata;
-Otimização de decapagens superficiais (peelings físicos ou químicos);
-Formação de Espécies reativas que atuam na melanina, fracionando essa molécula, tornando-a menos absorvedora de luz (efeito clareamento em manchas melânicas);
-Efeito bactericida em microorganismos que contém porfirina fisiológica(Propyonibacterium acne, dentre outras);

LED Âmbar (+/- 590 nm)
-Absorvido por ribossomos, responsáveis pela síntese de cadeias de aminoácidos;
-Aceleração na velocidade da síntese proteica (fibras colágenas, elásticas, etc);
-Quebra de ligações de hidrogênio que formam-se em processos de glicação, melhorando elasticidade de fibras adensadas, prevenindo processos de rupturas das mesmas(estrias).

Tratamento estéticos onde o LED é utilizado

-Acne
-fotoenvelhecimento
-Manchas
-Pré e pós operatório
-Olheiras
-Estrias