Feliz Ano Novo!

Olá amores....Adoro esse clima de gratidão, esperança, renovação e emoção que o final de ano traz.
Quero muito agradecer a Deus, minha família  e  vocês, que mesmo o blog tendo ficado um bocadinho rs... parado não deixaram ele de lado. Amo esse cantinho e podem ter certeza que ficar longe é muito difícil.
Desejo de todo coração que no ano que se inicia estejamos juntinhos, tudo de lindo e abençoado na vida de todos vocês, e muita, mas muita saúde. Que Deus não esteja só em nossos discursos, mas em nossa alma e em nossos corações, porque assim podem ter certeza que tudo de lindo acontecerá em 2015 nas nossas vidas.

Esse vídeo simboliza tudo o que desejo à vocês.
FELIZ 2015










Cálculos Biliares



Olá amores...no dia 12/12 fiz uma cirurgia para retirada da vesícula, pois, a mais ou menos dois meses, em um exame de rotina foram encontradas duas rochas rs..., pedras ou tecnicamente falando, cálculos biliares. Fiquei um pouco assustada porque quando perguntei para a médica que fez meu ultrassom como era o tratamento, ela  já soltou um, não tem tratamento, tem que retirar a vesícula. Já fiquei morrendo de medo, pra completar, quando levei os exames ao médico, com todo cuidado e carinho, sqn, ele me disse, se livra logo disso ai que é uma bomba (quanto carinho né? rs..), aí me mandou procurar um cirurgião, porque ele não era.
Comecei a pesquisar muito, mas muito, sobre o assunto na net, li vários depoimentos de pessoas que haviam feito a cirurgia, alguns me tranquilizaram, outros me assustaram Procurei um médico muito querido, ele me indicou um cirurgião, e lá fui eu com a cara e sem coragem...morro de medo de cirurgias rs..
Hoje fazem 4 dias que fiz minha cirurgia. A cirurgia em si foi tranquila, no meu caso, o ruim foi a volta da anestesia ( sou um pouco mole), dormia e acordava o dia inteiro e vomitei um pouco, o que é normal. No dia não senti muita dor, só no dia seguinte que senti bastante dor no ombro direito, mas pelo que já li, também é normal, por conta da posição e um gás usado para expansão do abdome. Mas com o passar dos dias as dores estão diminuindo, ontem troquei meus curativos pela primeira vez, os pontos são pequenos, fiz por laparoscopia.
Graças à Deus não cheguei a ter crises horrorosas, só sentia um pouco mais quando comia gordices gordurosas, mas, quando soube o problema já fiz questão de mesmo com medo resolver logo.
Coloquei aqui um texto explicando um pouquinho sobre o que são cálculos biliares ou “pedras” na vesícula

O que são cálculos biliares?
Cálculos biliares, cálculos na vesícula ou “pedras” na vesícula são termos usados para referir-se a concreções que se formam no interior da vesícula biliar, um órgão que se localiza junto ao fígado e tem a função de armazenar a bile produzida por ele. Em grande parte (cerca de 90%) esses cálculos são formados de colesterol e, em menor parte (cerca de 10%), por pigmentos de bilirrubina. Os cálculos biliares podem ser únicos ou múltiplos (às vezes centenas), e se formam no interior da vesícula, podendo migrar para os ductos que a ligam ao intestino. Eventualmente, podem causar infecções na vesícula ou obstruir o colédoco (canal de escoamento da bile), causando dor aguda, conhecida como cólica biliar.
Quais são as causas dos cálculos biliares?
Existe uma inegável predisposição genética, mas há outros fatores que favorecem o aparecimento dos cálculos na vesícula, como:
  • Obesidade.
  • Perda importante de peso.
  • Uso de anticoncepcionais orais.
  • Dieta rica em gorduras.
  • Pressão arterial elevada.
  • Vida sedentária.
  • Tabagismo.
  • Anemia hemolítica crônica, em virtude da destruição das células vermelhas do sangue.
Esses distúrbios predominam no sexo feminino, na idade avançada e na gravidez.
Quais são os sintomas causados por cálculos biliares?
Muitas vezes, os cálculos na vesícula são assintomáticos e a pessoa nem imagina que os tenha. O sintoma mais gritante que produzem é a cólica biliar, que ocorre quando provocam inflamação da vesícula ou quando migram, obstruindo os canais que drenam a bile, causando uma distensão aguda da vesícula biliar.
Como o médico diagnostica a presença de cálculos biliares?
A história clínica do paciente, em geral bastante característica, é o primeiro dado sugestivo. A confirmação dos cálculos pode ser feita por meio da ultrassonografia abdominal, uma vez que eles, ao contrário dos cálculos renais, não aparecem na radiografia simples do abdome. Também a cintilografia pode ser utilizada e fornece informações sobre o fluxo de bile e, indiretamente, sobre os cálculos.
Como é o tratamento dos cálculos biliares?
Alguns medicamentos podem atuar dissolvendo os cálculos e podem ser indicados para os pacientes que não apresentam sintomas. Seus efeitos, no entanto, não são seguros. Outras vezes eles podem ser retirados por laparoscopia ou por uma cirurgia convencional que retire toda a vesícula. Outro tratamento possível é a litotripsia extracorpórea. Nessa técnica, ondas de choque são aplicadas na superfície do abdome, dirigidas aos cálculos, com o objetivo de fragmentá-los em pedaços menores que possam ser eliminados. Porém, as indicações desse tratamento são restritas. Cada uma dessas técnicas têm suas indicações e contraindicações específicas que, no caso concreto, somente o médico assistente pode julgar.
Quais são as possíveis complicações dos cálculos biliares?
  • Colecistite aguda: inflamação aguda das paredes vesicais, na maior parte das vezes (95%) causada por cálculos biliares.
  • Coledocolitíase (ou “pedra” na vesícula): desenvolve-se quando o cálculo obstrui o colédoco, gerando cólica biliar.
  • Colangite: infecção dos canais biliares por bactérias, após a obstrução.
  • Pancreatite: inflamação do pâncreas. O canal de excreção da bile se junta com o canal de excreção pancreática do pâncreas. Quando a obstrução ocorre após a junção, o suco pancreático também se represa, causando uma inflamação do pâncreas.


Radiofrequência


Olá meninas...quem me conhece sabe que eu amooooo minha profissão, amo poder usar tecnologias diferentes para melhorar a auto estima das pessoas, ( e a minha também claro rs...), hoje vou falar de um dos meus aparelhos preferidos, e que se bem aplicado e com responsabilidade, ajuda bastante nos tratamentos estéticos.
Bora lá...





A radiofrequência terapêutica é uma técnica considerada não ablativa, que bem aplicada e com temperatura controlada é capaz de produzir efeitos importantes como estimular um novo colágeno, sem danificar a epiderme, estimulação linfática e ajudar na lipólise. "Esta energia é conduzida elétricamente no tecido, produzindo elevação da temperatura tecidual quando a resistência do inerente do tecido(impedância) converte corrente elétrica em energia térmica". Este parece ser o fundamento mais importante da radiofrequência.

Essa técnica ao aumentar a temperatura interna, provoca uma vasodilatação capaz de manter em atividade os fenômenos biológicos  relacionados com a vitalidade tissular, já que assegura a presença de uma população celular jovem ao intervir em sentido positivo nos processos proliferativos mitóticos do extrato germinativo. Graças à vasodilatação induzida, incrementam-se a circulação sanguínea e linfática, com uma importante melhora dos aportes nutricionais e oxigenativos, estimulando-se a atividade da respiração endocelular e a expulsão dos radicais livres.

Esses têm sido identificados recentemente como os maiores responsáveis pelo envelhecimento cutâneo, e deles depende o aspecto hipotônico da pele envelhecida. Tudo isso explica o grande poder de regeneração que se consegue com a radiofrequência.

Logo após a primeira sessão já é possível se notar estiramento da pele, isso ocorre pela expressiva retração das fibras de colágeno, reafirmando a estrutura da pele e melhorando a aparência.

Indicações:

Flacidez de pele facial e corporal
Fibroses recentes e tardias 
Cicatrizes e aderências
PEFE ou FEG ( Celulite)
Adiposidade localizada
Edema 
Contratura muscular
Fibromialgia
liberação miofascial
Dor muscular

Contra indicações:

Gestantes
Preenchimentos
Marcapasso
Neoplasias
Artrite
Próteses metálicas
Tromboflebites

Obs: É de extrema importância que o profissional que aplica esse tipo de procedimento esteja capacitado e apto a realiza-lo com segurança e responsabilidade, e que  a pessoa que vai se submeter a ele, certifique-se disso. Depois, é só associa-lo a atividade física e uma boa alimentação, e desfrutar do corpinho novo rs...

Referências:
Agne, Jones Eduardo. Eletrofototerapia/ Jones Eduardo Agne- 2 ed - Sta Marta, RS 2013

Olheiras


Olá amores... Quantas saudades desse nosso espaço.
Fiquei afastada por um tempo por motivos pessoais, mas, estou de volta para podermos trocar ideias sobre o universo feminino. E pra começar, vamos falar sobre as incomodas olheiras. Bora lá.

Causas básicas das olheiras: deposição de pigmentos escuros produzidos pelos melanócitos, em torno dos olhos; pele fina demais, permitindo a visualização dos vasos capilares (vasinhos externos); ou presença de olhos fundos e protuberância de bolsas de gordura embaixo dos olhos.
Entenda os fatores que contribuem para seu surgimento:
ÞGenética: Não tem olheira quem quer, só tem olheira quem pode, ok?  Como muitas outras características, a predisposição genética é fundamental para que ela apareça. Nem precisa dizer que não há nada a fazer a respeito, certo?

ÞAlergias: Um histórico de alergia respiratória, como rinite, sinusite e bronquite agravam as olheiras. E não há creme milagroso que cure a danada se a alergia respiratória não estiver, também, controlada.

Þ Sono:  Não adianta insistir: Se você não tem uma boa noite de sono, não há como deixar de ter olheiras. O efeito "panda” é consequência direta  da falta do descanso e da má irrigação no local. Desligue a internet e durma bem...Já é um ótimo começo!

ÞA anemia é um dos maiores problemas nutricionais do mundo, mas pode ser evitada com o consumo dos alimentos certos. A doença causa a falta de oxigenação da pele e, na região do olho, isso pode ser percebido mais facilmente. Contudo, a olheira por si só não indica a anemia. A doença costuma causar também dores de cabeça, memória ruim, facilidade de infecções e fadiga.

 Tratamentos:

ÞTópicos: entre as substâncias recomendadas estão o retinol, as vitaminas C e E, o green tea, a cafeína, a kombuchka e vitamina K.

ÞLasers: podem ser feitos com a Luz Intensa Pulsada (LIP) ou CO2 Fracionado, que melhoram não só a pigmentação como também as rugas finas e flacidez associada.

ÞCarboxiterapia: é feita com injeção de gás carbônico (CO2). Pelo CO2 ter mais afinidade pela hemoglobina que o oxigênio (O2), ele o desloca, e na sua forma livre aumenta o metabolismo local, diminuindo a congestão vascular.

ÞPreenchimento:  é feito com a aplicação de ácido hialurônico no sulco naso-jugal. Ele preenche a área encovada, deixando-a mais plana, além de hidratar o local.


Pesquisando encontrei esta imagem no G1 e achei bem explicativa.


LED


Olá meninas!
Vamos falar hoje em tecnologia nos tratamentos estéticos, mais especificamente sobre LED,
Bora lá!

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O que é? 

Os LEDs (Light Emitting Diodes) são diodos de semi-condutores que, ao serem submetidos a uma corrente elétrica, emitem uma luz que promove estimulação intracelular. Tem o poder de tanto estimular como de inibir determinadas atividades celulares (processo conhecido como modulação), abrangendo assim várias indicações diferentes.
As fontes de LASER (Amplificação da Luz por Emissão
Estimulada de Radiação) e de LED são semelhantes do ponto de vista da luz emitida, isto é, ambos produzem uma banda espectral relativamente estreita, tendo o LED um espectro um pouco mais largo, oferecendo assim uma gama de cores que podem ser utilizadas em vários tratamentos.
A diferença importante dessas fontes está no fato de que a luz emergente do LED não é colimada nem coerente. Seu ângulo de emissão é maior. Ela possui uma divergência medida em graus, já que os fótons se repartem em uma superfície maior, constituindo uma vantagem, pois o terapeuta pode cobrir uma área maior, deixando fixo o aplicador, sem ter que fazer movimentos. O baixo custo e o fácil manuseio do LED aumentaram a procura e o uso dessa terapia.
A Fototerapia por LEDs transporta energia para as células através de irradiação eletromagnética de baixa freqüência. A Fototerapia não é invasiva nem ionizável, não emite raios UV, não causa aumento da temperatura da superfície da pele, permitindo assim um resultado gradativo, seguro e indolor.
Fotobiomodulação com LED é uma tecnologia não invasiva que atua na modulação das funções metabólicas. A aplicação do LED como recurso terapêutico vem se ampliando na última década. Estudos desenvolvidos pela NASA (National Aero Space Agency) nos Estados Unidos demonstraram fortes evidências da eficiência dos LED’s em processos de foto estimulação celular.

Enquanto os LASERs provocam um aquecimento intenso da pele e esse calor gera a produção do colágeno, os LEDs atuam diretamente ao nível celular, ativando as mitocôndrias e favorecendo a formação de colágeno pelos fibroblastos e a redução da produção de colagenase, enzima que destrói o colágeno bom. Portanto, não há nenhuma agressão, nem dor ou risco de marcas e cicatrizes.


Tipos de LED

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LED Vermelho (660 nm)
-Absorvido por substâncias presentes na mitocôndria de células superficiais (tecido epitelial e tecido conjuntivo subjacente);
-Aumento na síntese de ATP;
-Maior quantidade de energia, maior produção colágeno, elastina, etc;
-Aumento da microcirculação periférica superficial;
-Liberação de endorfinas, encefalinas e inibição da cicloxigenase (analgesia);

LED Infravermelho (808 nm)
-Absorvido por substâncias presentes na membrana plasmática de células mais profundas (tecido conjuntivo, tecido muscular, ósseo, cartilaginoso, etc);
-Alteração na permeabilidade da membrana com aumento na absorção de nutrientes, água e dermocosméticos;
-Ativação do metabolismo celular;
-Aumento na microcirculação periférica profunda (excelente indicação para ativação de linfonodos em pré e pós drenagem linfática);

LED Azul (+/- 470 nm)
-Absorvido por Porfirinas;
-Hidratação imediata;
-Otimização de decapagens superficiais (peelings físicos ou químicos);
-Formação de Espécies reativas que atuam na melanina, fracionando essa molécula, tornando-a menos absorvedora de luz (efeito clareamento em manchas melânicas);
-Efeito bactericida em microorganismos que contém porfirina fisiológica(Propyonibacterium acne, dentre outras);

LED Âmbar (+/- 590 nm)
-Absorvido por ribossomos, responsáveis pela síntese de cadeias de aminoácidos;
-Aceleração na velocidade da síntese proteica (fibras colágenas, elásticas, etc);
-Quebra de ligações de hidrogênio que formam-se em processos de glicação, melhorando elasticidade de fibras adensadas, prevenindo processos de rupturas das mesmas(estrias).

Tratamento estéticos onde o LED é utilizado

-Acne
-fotoenvelhecimento
-Manchas
-Pré e pós operatório
-Olheiras
-Estrias

Cuidado com o uso abusivo de adoçantes!

Olá meninas!
Neste post venho dividir com vocês um texto muito interessante que li no Blog Nutricionário.
É muito interessante, pois chama nossa atenção para o cuidado com o uso indiscriminado de adoçantes.


A triste história de Verônica e o uso abusivo dos adoçantes!

O post de hoje é um pouco diferente. O post de hoje na verdade, é um e-mail que recebi da Veronica Mc Lean, conheci a história dela no instagram da Thais Massafera ( @thaismassa ) e fiquei realmente assustada. Nós nutricionistas estudamos os adoçantes, alguns mais, outros menos, mas eu sempre tive curiosidade em relação à esse assunto mas, não sei porque cargas d´água aceitei a sucralose como amigo da dieta. Na verdade, não aceitei como amigo mas sim, como o que fazia menos mal mas, não é bem assim. Não é porque faz menos mal, que devemos abusar! Nunca liberei 100% nenhuma bebida ou comida com sucralose para meus pacientes, mas não alertava o perigo que o uso excessivo dos adoçantes poderia causar, apenas dizia que faz mal para a saúde e sugeria evitar mas, me assustei com a história da Verônica. Me assustei porque existem muitas pessoas que ainda pensam apenas em calorias, que se acabam na Coca Cola Zero, comem dezenas de gelatina Diet por dia, sem contar os famosos produtos sem caloria da Walden Farms… Estou dizendo para não comer nunca mais? Que eles são assassinos? Não!! Apenas estou dizendo: vamos optar por alimentos mais saudáveis. Uma vez ou outra, uma gelatina, um pouco de calda sem caloria… um pouco não faz mal. O problema é a falta de bom senso, não sigo a linha que só pensa em calorias e por isso, resolvi dividir com vocês essa história! Seja pelo excesso de Coca Cola ou pelo excesso de adoçante, seja pelos dois! A mensagem aqui é, nada mais nada menos do que, BOM SENSO e CUIDADO COM A SUA SAÚDE!
coca-cola-lightImagem infeliz, aonde faz-se uma comparação entre as “medidas ideais de uma mulher” e a Coca Cola light…

Tudo começou no meio de Janeiro enquanto eu estava trabalhando. Estava com uma cliente e de repente, deu um blackout no cérebro de um Segundo. Pensei que fosse desmaiar, mas me aguentei. Depois disso foi tudo ladeira abaixo. Comecei a sentir tontura dia e noite, dificuldade de enxergar, impossibilidade de me concentrar, começava a fazer uma coisa, depois não sabia mais o que estava fazendo, formigamento nas mãos, na sola dos pés, dores horríveis no peito, pontadas na cabeça, uma pressão no cérebro que nem que eu tentasse em mil anos eu conseguiria explicar o horror que era aquela pressão e dormência na minha cabeça, parecia que tinha uma mão amassando e apertando o meu cérebro sem soltar por um minuto, dia e noite. Dores nas juntas, não conseguia mais malhar (não consigo falar treinar, pareço uma velha haha), qualquer peso que eu levantasse parecia que eram pesos de 300 quilos, se andasse na esteira, quando parava, era difícil de não cair no chão de tanta tontura. O coração batia de uma forma estranha e muito acelerada. Tudo que estou descrevendo, eu juro por Deus que não estou exagerando nem um pouco. Não sei como consegui ir pro trabalho diariamente no meio disso tudo. Um dia cheguei no trabalho, mas não consegui ficar (final de Janeiro). O meu noivo foi me buscar e fomos pra emergência da Mayo Clinic, um dos melhores hospitais daqui. Com todos os sintomas que eu descrevi, o médico fez um CT Scan (acho que é ressonância magnética aí). Não deu nada. Me passou uns remédios pra labirintite, mas no fundo eu sabia que meus sintomas não eram aqueles. Mas fiquei mais calma em saber que não tinha um tumor no cérebro. Uma semana depois e nada. Tomava uns remédios pra alergia e parei com eles, achei que pudesse ser algum efeito colateral de usar os remédios. Nada. A cada dia a situação piorava. Voltei ao médico.  Ele disse que era porque eu tenho arritmia do coração e toda a cafeína que eu tomava estava afetando o coração, que por sua vez não estava batendo direito e isso causando a tontura. Mas no fundo eu sabia que era mais que isso. Parei a cafeína e nada! Daí eu comecei a me preocupar seriamente. Todos os sintomas eram de esclerose múltipla ou tumor no cérebro ou vazamento na espinha. Eu era viciada em Diet Coke por uns 15 anos. Tudo que eu comprava era Sugar Free (Zero Açúcar), colocava Splenda (sucralose) em tudo. Comia aquelas gelatinas de fruta sugar free dia e noite. E pra piorar, a última gota foi quando comecei a comer uns waffles de proteína maravilhosos e por cima deles eu colocava a calda de Maple sugar free. Foi o meu pior erro. Acho que a concentração do aspartame era tanta que a combinação de tudo me colocou naquela situação. Um dia cheguei no trabalho e tinha um evento no final do dia e eu não tinha a opção de ir embora porque não estava me sentindo bem. Estava me sentindo tonta, confusa. Naquele dia eu pensei: Meus Deus, tem que ser alguma coisa que eu estou comendo, se não for esclerose múltipla. Daí veio o adoçante na cabeça. Pesquisei. Aprendi coisas horríveis. Não deu outra. Decidi parar. Demorou uns dois meses pra eu começar ver uma diferença que me colocasse de volta à minha vida normal. Já podia malhar (treinar :)) sem sentir que ia cair. O coração ainda batia (e ainda bate) meio estranho. Mas hoje eu sei que é tudo consequência do uso de aspartame. Pode ser paranoia, mas tem um lugar da minha cabeça que ainda dói de vez em quando. Uma fisgada aqui e ali, mas tenho fé que tudo desaparecerá em breve. Todos os outros sintomas foram embora. Se você pesquisar, verá o tanto de informação e experiência que há na internet. Sweet Poison é um bom assunto pra colocar no Google e pesquisar. Tem até um livro. A sucralose, Splenda, também é uma criação química que proporciona vários sintomas. Aprendi que as coisas naturais em moderação, inclusive o mel, são uma melhor pedida que essas modificações químicas, que levam ao câncer no decorrer da vida. Esse é o motivo de o câncer ser tão comum nos dias de hoje. Todos os  aditivos e preservativos nas comidas ajudam também. Uma vida de alimentação orgânica resultará numa vida longa. Depois que mudei meu estilo de vida, me sinto melhor, mais forte, mais energética. Sim, o adoçante não vai te deixar ganhar peso, mas vale a pena desenvolver um câncer, ou seria melhor moderar no consumo de mel ou usar stevia ao invés? Tudo que é zero de açúcar tem sucralose ou aspartame. Todos os chicletes têm. Todos os refrigerantes light têm, Crystal light, medicamento de crianças (xarope) têm… É um desafio parar, pois não se sabe exatamente onde tem a substância. Tem que ler o rótulo mesmo. E um dia, eu tenho fé, que esse veneno será abolido da face da terra. E os índices de câncer cairão. Se você decidir dividir essa experiência, com as suas palavras pois sei que foi longo o e-mail, eu agradeço muito. É melhor prevenir do que remediar.

Milagre?



Não meninas!
Só uma make bem feita.



Endometriose



Olá meninas!

Vamos falar um pouquinho hoje sobre saúde da mulher.
Todas nós sabemos da importância dos exames ginecológicos periódicos, mas nem sempre damos a devida atenção à eles.
Bom...como já passo com o mesmo médico a 12 anos( Vicentão, que não troco por nada), afinal é uma coisa tão íntima que quando encontramos um com o qual nos identificamos é melhor não trocar né, todo ano no final do mês novembro, tô lá pegando minha listinha de exames, pois melhor que tratar, é prevenir.
Mas muitas vezes a correria ou a dependência de aguardar vagas em postos de saúde impedem algumas mulheres de terem esse acompanhamento.
O que acaba retardando o diagnóstico de algumas doenças, como a endometriose.

Considerada uma doença da mulher moderna, a endometriose caracteriza-se pela presença do endométrio fora do útero. O endométrio corresponde ao tecido que reveste a cavidade do útero, preparando-o para receber o embrião. Quando não ocorre fecundação, este tecido se descama e é eliminado através da menstruação. Na endometriose este tecido se implanta fora do útero, migrando, através da corrente sanguínea, para órgãos como ovários, ligamentos pélvicos, intestinos, bexiga, apêndice e vagina. Em casos mais raros pode ser encontrado em órgãos distantes, como pulmão, pleura e sistema nervoso central. Isso faz com que a doença seja tratada multidisciplinarmente, por especialistas de diversas áreas. 

Algumas teorias apontam as causas do aparecimento do endométrio fora do útero. A mais conhecida é a “menstruação retrógrada”, que ocorre quando o fluxo sanguíneo volta pelas tubas uterinas, sendo derramado nos órgãos próximos, como ovários, peritônio, intestino. Outra teoria muito considerada para o desenvolvimento da doença são falhas no sistema imunológico. Uma outra hipótese estuda a transformação de células, que assumem as características do endométrio, fora do útero.
 
Antigamente, as mulheres menstruavam menos, cerca de 40 vezes durante seu período reprodutivo, pois engravidavam mais vezes. Isso inibia o desenvolvimento da doença. Hoje, a mulher tem cerca de 400 menstruações durante este período. Estresse, ansiedade e fatores genéticos também podem estar relacionados à incidência da doença.
 
O fenômeno pode causar dores intensas no período menstrual, como cólicas que chegam a se tornar incapacitantes, além de dores durante as relações sexuais, dificuldade de engravidar e infertilidade.
 
Os transtornos físicos causados pela doença afetam diretamente a qualidade de vida da mulher, que também é prejudicada em suas relações pessoais e profissionais. As fortes dores muitas vezes obrigam a portadora da enfermidade a faltar ao trabalho, além de alterarem sensivelmente seu estado de humor, tornando difícil o convívio com outras pessoas.
 
Apesar da gravidade da doença e do grande número de mulheres que sofrem com este mal, a desinformação a respeito da endometriose leva ao diagnóstico tardio, piorando as condições de tratamento e prolongando o sofrimento.



QUAIS OS PRINCIPAIS SINTOMAS DA DOENÇA?
O principal sintoma é a dismenorréia, dor em cólica durante o período menstrual. Com frequência, essas cólicas podem ser progressivas, por vezes se tornam incapacitantes. A dor durante a relação sexual também é frequente. A doença pode se manifestar por meio da dificuldade de engravidar. A infertilidade está presente em cerca de 40% das mulheres com endometriose. Além disso, a paciente pode apresentar dores fora da menstruação, alterações intestinais ou urinárias durante o fluxo menstrual.

ENDOMETRIOSE TEM CURA?
A doença pode surgir desde a primeira até a última menstruação. Assim, costuma-se dizer que a endometriose pode ser controlada, caso seja muito bem tratada.


QUAIS SÃO AS FORMAS DE TRATAMENTO?
A doença pode ser tratada cirurgicamente (laparoscopia) ou por meio de medicações. Além disso, ações que melhorem  a qualidade de vida tais como exercícios, psicoterapia,  são favoráveis ao tratamento.
 
QUE EXAMES SÃO NECESSÁRIOS PARA DIAGNOSTICAR A DOENÇA?
A principal arma diagnóstica é a suspeita clínica. Um bom exame clínico pode permitir um raciocínio diagnóstico mais completo  e consequentemente auxiliar na decisão terapêutica. Exames laboratoriais podem, em alguns casos, ajudar. Atualmente, há vários exames por imagem tais como ultra-som especializado, ressonância ou ecocolonoscopia que são muito úteis.
 
QUE ÓRGÃOS PODEM SER AFETADOS PELA DOENÇA E EM QUE PROPORÇÃO?
Qualquer órgão da pelve pode ser acometido. A instalação da doença nos ovários leva a um cisto denominado endometrioma. Este cisto pode atingir grandes proporções e comprometer o futuro reprodutivo da mulher. Outros órgãos também podem ser acometidos. Parte do intestino grosso (reto e sigmóide), bexiga, apêndice e vagina podem ser sede da endometriose. Órgãos  distantes, como pulmão, pleura, sistema nervoso central, também podem ser afetados pela doença, entretanto, este fenômeno é raro.
 
EXISTEM CARACTERÍSTICAS FÍSICAS, PSÍQUICAS, COMPORTAMENTAIS OU PROFISSIONAIS QUE DETERMINEM MAIOR PROPENSÃO À DOENÇA?
A principal característica comportamental que predispõe à doença é, sem dúvida, a postergação, cada vez mais frequente, da maternidade. A mulher moderna tem seus filhos cada vez mais tarde e os tem em menor número, fator que predispõe à endometriose. Vários estudos procuraram definir as características físicas e psíquicas das mulheres com endometriose. Nenhum obteve êxito neste aspecto. Alguns indícios sugerem que mulheres ansiosas, com alto grau de estresse estão mais propensas a desenvolver a doença.
 
A DOENÇA PODE EVOLUIR PARA CÂNCER ?
É pouco provável. A endometriose pode gerar sintomas de dor importantes e acometer outros órgãos como ovários, bexiga, reto, mas não há indícios de que a evolução da doença seja letal como os tumores malignos.
 
QUAIS OS ASPECTOS DE MAIOR GRAVIDADE DA DOENÇA?
Os sintomas limitantes à vida da mulher (dor), a infertilidade e o acometimento de outros órgãos.
 
QUAL É A RELAÇÃO DA ENDOMETRIOSE COM A INFERTILIDADE?
A endometriose pode gerar infertilidade pelo acometimento
das trompas, órgão que conduz o óvulo ao útero, além de poder
se associar a alterações hormonais e imunológicas que dificultariam a gestação.
 
EM QUE SITUAÇÕES É POSSÍVEL REVERTER O QUADRO DE INFERTILIDADE ATRAVÉS DOS TRATAMENTOS?
O tratamento cirúrgico pode ser útil, através da remoção das lesões e da restauração da anatomia pélvica, por vezes distorcida devido às aderências. Em alguns casos há necessidade de tratamento complementar, que depende da gravidade da doença. Entre eles,
há a indução de ovulação, inseminação intra-uterina ou, em casos avançados, a fertilização in vitro.
 
A MULHER COM ENDOMETRIOSE POSSUI AMPARO NA LEI, UMA VEZ QUE AS CONSEQUÊNCIAS DA DOENÇA AFETAM A SUA VIDA PROFISSIONAL?
Infelizmente, ainda não, pois por não ser uma doença considerada de “Saúde Pública”, não existe um sistema jurídico que ampare as portadoras da doença nas esferas trabalhistas e na garantia de acesso a tratamentos clínico e cirúrgico pela rede pública de saúde.
 
EXISTE ALGUMA FORMA DE PREVENÇÃO CONTRA A ENDOMETRIOSE?
Pode-se fazer prevenção secundária, através da obtenção de  informações sobre a endometriose e prestar atenção aos sintomas. Com a presença dos sintomas, em especial a dor, procurar um médico ginecologista com urgência, pois quanto mais cedo se detecta a doença, mais rápido um tratamento adequado poderá ser iniciado.
 

Este post não tem a intenção de diagnosticar, mas sim informar. Qualquer dúvida converse com seu médico.